Veja como é o trote ao redor do mundo - Guia do Estudante
por Mateus
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A "mão boba" dá lugar à utopia
O que parecia impossível há apenas 20 dias aconteceu na sexta-feira: a rua egípcia derrubou uma ditadura de 30 anos. Realizado o impossível, vem o mais difícil, que é organizar a transição para a democracia, em um país e em uma região que têm escassa tradição democrática, se é que tem alguma.
Para começar, há um antecedente, cravado na memória coletiva do país, que dá razão à desconfiança quanto ao fato de que a saída de Mubarak por si só abra o caminho para a democracia.
Em fevereiro de 1954, um militar como Mubarak, Gamal Abdel Nasser, também viu seu governo cercado por milhares de manifestantes em seu palácio, exigindo o retorno a um governo civil, a libertação de todos os prisioneiros políticos e a restauração do Parlamento - agenda muito parecida com a de 2011.
Nasser prometeu reformas, anunciou eleições livres para junho daquele ano, e os manifestantes foram para casa. "A ação [de retirada] custou ao Egito 57 anos sem liberdades básicas", contabiliza Omar Ashour, diretor do Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos da universidade de Exeter (Reino Unido).
Esse episódio mais a visceral desconfiança do Ocidente em relação à possibilidade de que países árabes e/ou muçulmanos possam de fato se democratizarem explica a análise feita para a "Foreign Affairs" por Joshua Stacher, professor assistente de Ciência Política da Kent University e que prepara livro comparando o autoritarismo no Egito e na Síria:
"Aqueles que cercam o combatido presidente e que constituem o regime egípcio, de forma mais abrangente, asseguraram-se de que a viabilidade do Estado nunca fosse posta em questão. A instituição central do país, os militares, que historicamente influenciaram a política e têm o comando quase monopólico sobre interesses econômicos, nunca relutaram".
Não relutaram nem mesmo ante o afastamento de seu chefe, como se tratasse de entregar o anel (ou os anéis, contabilizando o vice-presidente Omar Suleiman) para preservar os dedos, evitando que o sistema simplesmente caísse na rua.
Feitas essas observações digamos pessimistas, não parece haver espaço para que a ditadura se mantenha, agora sem o ditador. Mais - e melhor: minha impressão à distância é que o que aconteceu no Egito não tem paralelo com as revoluções ocorridas no século passado ou com outros processos de democratização como os da América Latina.
Um detalhe, micro, mas micro mesmo, chama a atenção: há relatos de mulheres que contam que desde o 25 de janeiro podem circular tranquilamente pelas aglomerações sem o risco de uma "mão boba", tão característica nas localidades turísticas do Egito como as pirâmides.
Pode ser ingenuidade minha, mas uma tal mudança de mentalidade dá um ar de utopia à rebelião egípcia, capturada de resto por um de seus principais escritores, Alaa El-Aswany. Em entrevista para o "Independent" britânico, diz que "um homem verdadeiramente apaixonado se torna uma pessoa melhor", e acrescenta: "Uma revolução é algo parecido: todos os que dela participam sabem que tipo de pessoas eram antes de que começassem as manifestações e agora se sentem diferentes".
Uma segunda versão épica-idílica para a revolta aparece em texto de Assia Al-Atrouiss para "Al-Sabah" ("A Manhã", do Iraque): "Os povos não aceitam mais morrer em silêncio; aspiram viver com dignidade".
Fecha com uma frase que é prudente comprar: "Isso deixa abertas todas as hipóteses para o futuro".
Clóvis Rossi
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às quintas e domingos na página 2 da Folha e, aos sábados, no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo".
Texto completo aqui.
A escolha
Dia após dia vive-se em um mundo cada vez mais orwelliano. Vivemos na democracia do politicamente correto e cada atitude, gesto e até mesmo pensamento é vigiado pelos xerifes do patrulhamento ideológico de plantão. E eles são muitos... Estão em toda parte e todo lugar. Vivemos diariamente na correria cotidiana de trabalho e pressões diversas e inclui-se aí nesse "diversas" também a posição por uma postura politicamente correta. Basta desviar-se um milímetro do caminho da verdade previamente estabelecido pelos senhores gurus do comportamento perfeito da mídia (e incluem-se aí todas as suas vertentes, seja internet, TV, rádio ou papel impresso) e como por mágica surgirão dedos lhe apontando suas faltas.
O politicamente correto diz que não se pode julgar ninguém, pois em nosso mundo evoluído e completamente relativizado cada um possui um modo de ver este mundo e sendo assim cada qual possui a sua verdade. Porém, mesmo neste mundo liberal, relativizado e sem tabus há algo que deve ser segregado e estigmatizado com força máxima ao menor sinal de aparição. Neste maravilhoso mundo novo de tecnologia e liberdade onde qualquer um deve ter o direito de demonstrar e falar abertamente, por exemplo, sobre sua "opção" sexual (que belo dia será quando começarem as passeatas pelo orgulho dos zoófilos e necrófilos!!) palavras como Hitler, Nazismo e Fascismo causam arrepios e repulsa repugnante. E ai daqueles que esboçarem, ainda que timidamente um grão de simpatia por tais substantivos. O poderoso martelo do politicamente correto descerá sobre suas cabeças com força divina; e isto é apenas o começo, pois dependendo de onde o pobre diabo que exteriorizou um pouco de seus pensamentos estiver localizado haverá uma avalanche de processos jurídicos, protestos de cidadãos indignados e toda sorte de palhaçada que a mídia se deleitará em mostrar em seus jornais. Este será o inicio de um longo martírio.
É intrigante como neste mundo pós-moderno, onde teoricamente não há certos e errados, o simples uso da liberdade de expressão, algo tão prezado e louvado nas democracias ocidentais, pode instigar sentimentos tão nefastos e atitudes ainda mais violentas. Agora, analisando-se friamente os fatos, de onde pode vir tal aversão? Com certeza décadas de ação depreciadora por parte da propaganda dos vitoriosos aliados tem um papel fundamental nisto, pois se observarmos com atenção é praticamente impossível passar um dia sequer onde não há um programa de TV sobre os diabólicos nazistas, uma semana que não haja uma nova revista na banca de jornalsobre a terrível SS ou o satânico mecanismo do holocausto... As editoras e TVs são quase sempre as mesmas, os autores, geralmente figurinhas carimbadas, as alegações, mesmo sendo as mais absurdas possíveis e que já há anos foram desmentidas até por historiadores do mainstream, continuam sendo as mesmas; e nesta lista entram os já desgastados abajures de pele humana, câmaras de gás, sabão de gordura de prisioneiros judeus e etc. A lista é grande, quase infindável... E mais interessante ainda é presenciar a reação das pessoas com este tipo de material. Lembro de uma vez, há alguns anos, quando no intervalo de almoço, estava reunido com um grupo de colegas de trabalho próximo a uma banca de jornal. Dentre as diversas revistas disposta para exibição havia uma dessas publicações infames sobre Hitler. Um dos colegas olhou, leu brevemente o título de chamada da revista e como que sendo uma grande autoridade no assunto lá tratado exclamou "Este aí está lá embaixo (apontando para o chão), queimando no inferno...". Neste momento eu me pus a pensar... Até onde eu sabia este rapaz não era nenhum grande entendido do assunto Segunda Guerra Mundial, nacional-socialismo e muito menos devia ter sequer lido uma biografia sobre Hitler, nem mesmo uma como o tão aclamado Hitler - de Joachim Fest, e mesmo assim esse rapaz se sentia quase que investido de autoridade papal para efetuar um julgamento dogmático de que o tão mal falado líder alemão se encontrava nas profundezas do inferno queimando... De onde será que veio esse julgamento? A influência não é tão difícil de imaginar e a imbecilidade de aceitar tudo passivamente, sem mover um neurônio sequer em julgamento completa o serviço.
E para aqueles que conseguirem escapar dos grilhões politicamente corretos da mídia, um mundo sombrio lhes aguarda. O que fazer, quando se chega a conclusão de que 70 anos de propaganda e toneladas de revistas, livros, filmes e programas de TV não passam de lixo tóxico não reciclável? O que fazer quando se pode realmente se libertar da cortina enfumaçada de mentiras e em um complexo processo de raciocínio lógico chegar à conclusão de que a tal atrocidade nazista e (sua maior representante) as câmaras de gás simplesmente nunca existiram e você chegar a ter simpatia com a figura de Hitler? Neste caso só existem dois caminhos a se escolher: esqueça tudo e volte à sua vida anterior, no mundo das tenebrosas fábulas holocáusticas ou conhecendo a verdade, e a verdade lhe libertando, prepare-se para trilhar um caminho sombrio, sim sombrio, pois as mentiras são muitas e seus asseclas infernais mais ainda.
Extraído do site http://www.inacreditavel.com.br/
Artigo completo aqui.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Democracias de mentirinha - Revista Aventuras na História
Levantamento estima que 41 países fazem eleições, mas são ditaduras.
por Fábio Marton
Oficialmente, só duas nações do mundo admitem que não são democráticas. Uma delas é a Arábia Saudita, que é uma monarquia absolutista, e a outra é Mianmar, governada por uma ditadura assumida. Todos os demais países dizem que seus cidadãos são livres para se expressar, e isso inclui a China, a Síria, o Irã, o Paquistão... e o Zimbábue. O caso deste país africano é exemplar. Em março, Robert Mugabe, que controla o governo desde 1980, perdeu o primeiro turno das eleições locais para Morgan Tsvangirai. Mas, por meio de intimidação, Mugabe fez com que Tsvangirai desistisse de disputar o segundo turno. Em junho, Mugabe foi reeleito com 85,5% dos votos.Por causa de exemplos como esse, não é recomendável levar em conta a opinião dos países a respeito de si mesmos. Mas existem entidades que fazem levantamentos independentes sobre o assunto. Uma das mais respeitadas é a ONG Freedom House, fundada em 1941 por Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa do presidente americano Franklin Roosevelt (1882-1945). No mais recente relatório do grupo, deste ano, 43 países são considerados “não-livres” (sendo que 41 deles fazem eleições, e Mianmar promete as suas para 2010), 60 são “parcialmente livres” e 90, “livres”. O Brasil era parcialmente livre desde a anistia política de 1979, e só se tornou livre em 2002, quando as eleições presidenciais provaram que temos alternância de poder.De toda forma, não deixa de surpreender que as ditaduras se digam democráticas. Esse é um sinal de que os regimes abertos estão na moda, e isso é novidade. Aristóteles (384-322 a.C.) a definia como uma forma degenerada de república. No século 20, os fascistas diziam que ela era um jeito de as pessoas medíocres oprimirem o “grande homem”. E os marxistas tratavam o regime democrático como armação burguesa. Agora, como diz Marco Antônio Villa, historiador da Universidade Federal de São Carlos, “ao menos como idéia, a democracia é vitoriosa”.
"Ditadura é o sistema de governo no qual, o que não está proibido, é obrigatório." (Enrique Jardiel Poncela)
Por Renata Gonçalves.
Reportagem Completa
Mubarak renuncia no Egito e entrega poder ao Exército, diz vice-presidente
O vice-presidente do Egito, Omar Suleiman, disse nesta sexta-feira (11) em pronunciamento na TV estatal que o presidente Hosni Mubarak renunciou., após 18 dias de violentos e crescentes protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5.000 feridos.
Depois de 30 anos no poder, ele entregou o poder ao Exército, disse Suleiman.
A notícia da renúncia, exigida pelos manifestantes, foi imediatamente celebrada com festa nas ruas do Cairo e das outras grandes cidades do Egito.
Na lotada Praça Tahrir, transformada em centro nervoso dos protestos, manifestantes cantavam: 'o povo derrubou o governo'.Mubarak havia partido pouco antes para o balneário de Sharm el Sheij, no Mar Vermelho, a 400 km do Cairo, informou Mohammed Abdellah, porta-voz de seu partido, o Nacional Democrático
Mubarak, que tem uma residência no balneário, deixou a capital em meio a mais um dia de grandes protestos de rua pedindo sua saída imediata do governo.
Na véspera, ele havia anunciado a transferência de seus poderes a Suleiman, mas isso não satisfez os oposicionistas.
Nesta sexta-feira, o Exército havia soltado nota prometendo levantar o estado de emergência sob o qual o país vive desde 1981, "assim que as circunstâncias atuais terminarem".
Os militares também prometeram garantir uma eleição presidencial "livre e justa" em setembro, além de mudanças na Constituição e da proteção da nação, que vive há 18 dias uma crise política sem precedentes, com fortes manifestações de rua pedindo a renúncia imediata do presidente, de 82 anos e há 30 no poder.No comunicado, que foi interpretado como uma demonstração de apoio a Mubarak, o Exército disse que não iria perseguir os "honrados cidadãos que rechaçaram a corrupção e pediram as reformas".
O comunicado do Exército deixou claro que os militares queriam que a população encerrasse os protestos de rua e voltasse para casa.
Em Al Arish, no Sinai, confronto entre manifestantes e a polícia deixou um morto e 20 feridos.
Discurso
Na véspera, Mubarak frustrou os manifestantes que esperavam sua renúncia imediata e confirmou, em discurso na TV, que pretende continuar no governo até setembro, à frente da transição de poder. Ele também disse que iria transferir poderes ao seu vice.
Sameh Shoukr, embaixador do Egito nos EUA, explicou que Mubarak transferiu todos os poderes da presidência para seu vice, mas permanece do chefe de Estado "de jure" (de direito).
Dados do Egito (Foto: Editoria de Arte / G1)O embaixador disse que esta versão lhe foi contada pelo próprio Suleiman.
A decisão de Mubarak de ficar durante a transição irritou ainda mais a população local. Milhares de pessoas passaram a noite na praça Tahrir.
Em um discurso de tom patriótico, Mubarak afirmou que a transição no Egito em crise vai ocorrer "dia após dia" até as eleições presidenciais marcadas para setembro. Ele prometeu proteger a Constituição durante todo o processo.
Mubarak disse que propôs emendas aos artigos 76, 77, 88, 93 e 189, e cancelou o 179, que dava poderes extras ao governo em caso de combate ao terrorismo.
O presidente afirmou que iria transferir poderes a Suleiman, segundo a Constituição, mas não esclareceu quando, até que ponto ou de que maneira isso ocorreria.
Em discurso posterior ao de Mubarak, Suleiman, -que já vinha liderando as negociações com a oposição- se comprometeu a tentar fazer "uma transição pacífica de poder" e pediu que os manifestantes acampados no Cairo voltem para casa.
A transferência de poder ao vice, segundo o ex-general, seria uma demonstração de que as reivindicações dos manifestantes estavam sendo respondidas pelo diálogo, e que as conversas com a oposição levaram a um "consenso preliminar" para resolver a crise.
O presidente do Egito, Hosni Mubarak, discursa na noite desta quinta-feira (10) no Cairo (Foto: AP)O presidente também pediu desculpas pela repressão aos protestos de rua dos últimos dias, disse que sentia muito pelas vítimas e prometeu punir os responsáveis.
Ele afirmou que compreendia e estava de acordo com as reivindicações dos jovens e também disse que "não aceitaria ordem externas", em uma referência aos constantes pedidos de líderes internacionais pela democratização do país.
'Saída honrosa'
O deputado trabalhista israelense Benjamin Ben Eliezer afirmou nesta sexta que Mubarak comentou com ele, em uma conversa por telefone na noite de quinta-feira, pouco antes de seu discurso à nação, que estava buscando uma "saída honrosa".
"Ele sabe que acabou, que é o fim do caminho. Só me disse uma coisa pouco antes de seu discurso, que procurava uma saída", afirmou Ben Eliezer à rádio militar.
Ben Eliezer, que até recentemente foi ministro do Comércio e da Indústria, é considerado o dirigente israelense mais próximo de Mubarak, a quem visitou em várias ocasiões.
Retirado de http://g1.globo.com/crise-no-egito/noticia/2011/02/em-meio-protestos-presidente-do-egito-deixa-o-cairo.html
Por Gustavo Rodrigues
Um terço dos russos acredita que o Sol gira em torno da Terra
Pesquisa revela que um terço da população russa acredita que o Sol gire em torno da Terra. Ao todo, 32% dos russos rejeitam a ideia de um sistema de planetas que se movimentam em torno do Sol, 4% a mais que em 2007, quando um estudo semelhante foi feito pelo Centro Russo de Opinião Pública e Pesquisa.
A pesquisa, divulgada nesta quinta-feira (10) dá destaque às superstições "científicas" do povo russo, alguns dias após o presidente Dmitri Medvedev ter defendido investimentos em programas espaciais para explorar a Lua e pontos distantes do universo.
O estudo revela ainda que 55% dos russos acreditam que a radioatividade é uma invenção humana, enquanto 29% afirmam que os seres humanos conviveram com os dinossauros.
Os números também indicam que as mulheres são mais propícias a acreditar em superstições do que os homens.
A pesquisa foi feita em janeiro com 1.600 pessoas em diferentes regiões da Rússia, e tem margem de erro de 3.4%.
A pesquisa, divulgada nesta quinta-feira (10) dá destaque às superstições "científicas" do povo russo, alguns dias após o presidente Dmitri Medvedev ter defendido investimentos em programas espaciais para explorar a Lua e pontos distantes do universo.
O estudo revela ainda que 55% dos russos acreditam que a radioatividade é uma invenção humana, enquanto 29% afirmam que os seres humanos conviveram com os dinossauros.
Os números também indicam que as mulheres são mais propícias a acreditar em superstições do que os homens.
A pesquisa foi feita em janeiro com 1.600 pessoas em diferentes regiões da Rússia, e tem margem de erro de 3.4%.
Mubarak deixa Cairo com a família, diz TV árabe

REUTERS
Uma alta fonte militar contatada pela Reuters não quis comentar a informação.
A Al Arabiya havia informado inicialmente ter 'notícias' de que Mubarak e a família haviam deixado o Egito.
fonte: clique aqui
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Decepção Egípcia. Mubarak no poder até setembro.
Nesta última quinta-feira, dia 10, o atual presidente do Egito, Hosni Mubarak, confirmou em um discurso aberto para a imprensa que pretende continuar no comando do país até setembro, quando ''termina'' seu mandato, contrariando a todos que esperavam que o discurso fosse para comunicar sua renúncia.
Durante o discurso, Mubarak afirmou que iria transmitir seu poder para o seu vice, Suleiman, ''dia após dia'', mas sem esclarecer o que isso exatamente quer dizer ou mesmo até que ponto isso seria. Segundo o mesmo, essa transferência seria uma demonstração de que as reivindicações dos manifestantes estavam sendo respondidas pelo diálogo e que as conversar com a oposição levaram a um ''consenso preliminar'' para resolver a crise.
O presidente pediu desculpas pela repressão e disse sentir muito pelas vítimas (segundo a ONU, pelo menos 300 pessoas morreram e outras 5.000 ficaram feridas durante os protestos e confrontos com o exercito.), e prometeu punir os responsáveis. Mubarak chegou a afirmar que compreendia e estava de acordo com as reivindicações. Disse também que ''não aceitaria ordem externas'', se referindo aos pedidos de líderes internacionais para democratizar o país.
O presidente também disse que as mudanças feitas tem como intenção criar meios para que o país possa sair do estado de emergência o qual vem governando desde 1981.
Hosni Mubarak alegou que o Egito permanecerá ''acima dos interesses individuais'' e que não deixará o país.
Antes do anuncio feito pelo presidente, o clima era de festa no país. Todos esperavam a renuncia do presidente. Ao anunciar que ficará no poder, tal noticia foi recebida negativamente. Os manifestantes continuavam pedindo a saída imediata do governante, sem nem mesmo entender o que sua fala significava exatamente.
A matéria completa se encontra AQUI.
Por: Pedro Elias
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Entrevista - Reivindicações no Egito
“É claro que eu prefiro um Egito democrático a um Egito ditatorial; eu só me pergunto com quem se vai fazer a democracia. É uma dúvida legítima e não-motivada ideologicamente” Reinaldo Azevedo
Mais de 1 milhão de egípcios foram às ruas das principais cidades do país para exigir a saída imediata do ditador Hosni Mubarak, governante há mais de 30 anos. Esse movimento não se restringe apenas ao Egito. Já houve mudança de governo na Tunísia e manifestações já ocorreram na Jordânia, no Iêmen e na Argélia. Trata-se de um movimento mais amplo, rumo à mudança de governos ditatoriais por outras formas de governo. Não significa que a região vai passar, necessariamente, por uma forte democratização. A forma autoritária de governo foi uma resposta à crescente expansão do fundamentalismo islâmico que assolava a região do Oriente Médio e da África Islâmica.
A respeito das reivindicações que aconteceram nesses últimos dias no Egito (e ainda estão em andamento), o Uaai,! fez uma entrevista exclusiva sobre o assunto com Muhamed Ali, nascido, criado e residente em Tanta, Egito. A entrevista foi feita em inglês e a tradução contou com correções unicamente gramaticais.
Uaai, - O governo tentou estipular um toque de recolher como forma de tentar lidar com essa ‘’crise’’. De que forma os cidadãos reagiram a tal imposição?
Muhamed – O toque de recolher já havia sido implantado, mas a maioria dos manifestantes não concordou com o mesmo e continuaram nas ruas o dia inteiro. Contanto que o exército não encoste nos manifestantes, eles continuarão buscando uma solução pacífica.
Uaai, - Você poderia nos descrever como é estar tão próximo, ou até mesmo fazer parte de todos os protestos?
Muhamed – Sim... No começo, nós sofremos por viver aqui. Tem muita corrupção no país e ninguém tem acesso aos seus direitos. E, por conta disso, foi necessária uma revolução contra esse regime, que tomou proveito da época em que vive o país para seu benefício.
Uaai, - Uma vez que Mubarak sair do poder, quem você acha ser a melhor pessoa para assumir o comando do país?
Muhamed – Existem várias pessoas que seriam as melhores para o cargo, assim como Amr Moussa, um político maduro e também adorado pela população. Mas o mais importante não é a pessoa em si que assumirá o cargo, mas sim aquela que alcançar os interesses e exigências das pessoas para com o país.
“Assim que Mubarak deixar o poder, a Irmandade estará tremendamente fortalecida — de fato, creio que um próximo governo egípcio não se estabelece sem ela. Leiam a respeito. Isso é bom ou mau? Sua história indica que é péssimo. Saberia ela, não obstante, conviver num regime democrático? São os seus fundamentos que negam essa hipótese, não aquilo que eu acho ou escrevo sobre o grupo. Só por isso eu não estou tão animado quanto Arnaldo Jabor.
Todas as ditaduras são desprezíveis. Só que algumas são muito mais perigosas do que outras.” – Reinaldo Azevedo
Confira mais reportagens relacionadas ao Egito no Blog do Professor Jutorides. Mais informações sobre a candidatura de Amr Moussa aqui.
por Pedro Elias e Renata Gonçalves.
Físico brasileiro desvenda bomba termonuclear dos EUA
Uma revolucionária tese de doutorado produzida no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército - Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação - pelo físico Dalton Ellery Girão Barroso, confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. "Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe", disse o físico.
Mantida atualmente sob sigilo no IME, a pesquisa foi publicada num livro e sua divulgação provocou um estrondoso choque entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro. O pesquisador desenvolveu cálculos e equações que permitiram interpretar os modelos físicos e matemáticos de uma ogiva nuclear americana, a W-87, cujas informações eram cobertas de sigilo, mas vazaram acidentalmente.
Barroso publicou o grosso dos resultados da tese no livro A Física dos explosivos nucleares (Editora Livraria da Física, 439 páginas), despertando a reação da AIEA e, como subproduto, um conflito de posições entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Celso Amorim, das Relações Exteriores. A crise vinha sendo mantida em segredo pelo governo e pela diplomacia brasileira.
A AIEA chegou a levantar a hipótese de que os dados revelados no livro eram secretos e só poderiam ter sido desenvolvidos em experimentos de laboratório, deixando transparecer outra suspeita que, se fosse verdade, seria mais inquietante: o Brasil estaria avançando suas pesquisas em direção à bomba atômica.
A AIEA também usou como pretexto um velho argumento das superpotências: a divulgação de equações e fórmulas secretas, restritas aos países que desenvolvem artefatos para aumentar os arsenais nucleares, poderia servir ao terrorismo internacional. Os argumentos e a intromissão da AIEA nas atividades acadêmicas de uma entidade subordinada ao Exército geraram forte insatisfação da área militar e o assunto acabou sendo levado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.
No final de abril, depois de fazer uma palestra sobre estratégia de defesa no Instituto Rio Branco, no Rio, Jobim ouviu as ponderações do ministro Santiago Irazabal Mourão, chefe da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do MRE, numa conversa assistida pelos embaixadores Roberto Jaguaribe e Marcos Vinicius Pinta Gama. A crise estava em ebulição.
Jobim deixou o local com o texto de um documento sigiloso entitulado Programa Nuclear Brasileiro - Caso Dalton, entregue pelo próprio Mourão. Mandou seus assessores militares apurarem e, no final, rechaçou as suspeitas levantadas, vetou o acesso da AIEA à pesquisa e saiu em defesa do pesquisador.
Num documento com o carimbo de secreto, chamado de Aviso 325, ao qual o Jornal do Brasil teve acesso, encaminhado a Celso Amorim no final de maio, Jobim dispara contra a entidade. "A simples possibilidade de publicação da obra no Brasil e sua livre circulação são evidência eloquente da inexistência de programa nuclear não autorizado no País, o que, se fosse verdade, implicaria em medidas incontornáveis de segurança e sigilo", criticou o ministro no documento.
Diplomacia
Amorim teria assumido uma posição dúbia, tentando contornar a crise sugerindo que o pleito da AIEA fosse atendido, pelo menos em parte, como convém sempre à diplomacia. A entidade queria que o livro fosse recolhido e exigiu dados mais detalhados sobre o método e as técnicas utilizadas pelo físico brasileiro. Insistia que o conteúdo do livro era material sigiloso. Jobim bateu o pé e, em nome da soberania e da clara opção brasileira de não se envolver na construção de arsenais nucleares - explicitada na Constituição - descartou qualquer interferência no setor.
Situado na Praia Vermelha, o IME é um órgão de pesquisa básica, com curso de pós-graduação e extensão universitárias para civis e militares, subordinado ao Comando do Exército. O ministro citou a banca examinadora do IME, formada por seis PhDs em física, entre eles o orientador de Barroso, Ronaldo Glicério Cabral, para garantir que a tese é trabalho teórico e sem vínculo com qualquer experiência realizada no Brasil. Jobim citou o respeito a tratados para afirmar que o Brasil tem credibilidade para pesquisar "à margem de suspeições de qualquer origem".
Jobim enfatizou ainda que o recolhimento compulsório do livro, como queria a AIEA, implicaria em grave lesão ao direito subjetivo protegido pela Constituição. Em outras palavras, seria uma censura a uma obra acadêmica com a chancela do governo Lula. E ainda criticou a entidade que, segundo ele, não justificou os comentários sobre a obra e nem apresentou base científica para amparar o questionamento.
A crise é uma ferida ainda não cicatrizada. Jobim não quis dar entrevista sobre o assunto, mas confirmou que encaminhou o documento ao Ministério das Relações Exteriores, responsável pelas conversações diplomáticas com entidades como a AIEA. Procurado pelo Jornal do Brasil, Amorim não retornou. O presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) - o órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia responsável pelo apoio aos inspetores da AIEA - Odair Dias Gonçalves, também não quis falar.
por Gustavo Rodrigues.
por Gustavo Rodrigues.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Museu Alemão se recusa a devolver relíquia Egípcia
Hoje, o Egito tenta recuperar objetos que foram levados do país durante o início do séc. XX, como por exemplo a Pedra de Roseta (relíquia encontrada durante a era napoelônica que foi de fundamental importância para a compreensão dos hieróglifos egípcios.) Fato esse que explica o apelo feito pelo país a Alemanha para que a mesma pudesse ''devolver'' a escultura. A estátua hoje, atrai cerca de um milhão de turistas por ano e o presidente da Fundação do Patrimônio Histórico Prussiano, Hermann Parzinger, afirma que o museu adquiriu Nefertiti legalmente e que o Egito não possui direito legal sobre a relíquia. "O posicionamento da fundação não mudou. Nefertiti é e continuará sendo a embaixadora do Egito em Berlim", afirmou Parzinger em um comunicado.
Representantes da fundação disseram também que não consideram o pedido oficial por não ter sido assinado pelo primeiro-ministro egípcio, Ahmed Nazif. Contudo, o chefe do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias, Zahi Hawass, afirma que o pedido feito pelo órgão foi aprovado pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Cultura do Egito.
O busto de Nefertiti — famoso pelas formas delicadas e os olhos amendoados — foi encontrado em 1912 pelo arqueólogo alemão Ludwig Borchardt, a 275 quilômetros ao sul do Cairo, capital do Egito. A relíquia foi levada para a Alemanha no ano seguinte. De acordo com Hawass, o arqueólogo alemão agiu como se o busto fosse um artefato de menor valor com a intenção de garantir que o objeto chegasse a Berlim.
De acordo com o Professor de direito da PUC Minas, muitos países europeus utilizam o argumento de que muita das vezes os países de origem dos artefatos não possuem meios de garantir a segurança do objeto, privando o publico de ter acesso ao mesmo. Tais países alegam que as relíquias, em suas posses, estariam protegidas e acessíveis para a apreciação de quem quer que seja.
Não é nada fácil para qualquer um que observa do lado de fora dessa notícia, tomar um posição em relação a mesma. De um lado temos um país que busca pedaços da sua história que foi perdida anos atrás, através de guerras, roubos, descoberta não registradas e etc. Tecnicamente o mesmo realmente deveria ter direito sobre aquilo que foi descoberto em seu próprio solo, mas sem desmerecer o indivíduo responsável por tal. Porém, do outro lado da história, é realmente importante que o detentor de tal artefato possua meios de garantir que a mesmo esteja segura. Se o país o qual a relíquia pertence historicamente, não possui tais meios, deveria ele ser mesmo o dono legal de tal artefato? Independentemente de onde a relíquia se encontra, ela irá sempre contar um pouco da história do seu país de origem.
Muitos apontam como se tudo não passasse de um jogo de interesses da Alemanha, que deseja apenas o lucro obtido através dos milhões de turistas que visitam a relíquia todo ano. Não tiro a razão de ninguém. Até acredito nisso em certas partes, mas é importante notar que, independente do princípio capitalista apresentado, o Egito, hoje, não tem condições de proteger um artefato de tamanho valor histórico e monetário. O mesmo se encontra em um estado emocional abalado devido a recente crise política, e as prioridades estão dispersas em meio ao caos recente.
O pedido de devolução é válido, porém, em um momento futuro. Por agora, acredito que o busto de Nefertiti se encontrar em boas mãos.
Entrevista - “Eu renunciei ao Islã”
A ativista contra a pena de morte por apedrejamento e defensora da iraniana Sakineh Ashtiani fala da escalada de execuções no Irã e conta por que abandonou a fé em Alá.A iraniana Mina Ahadi mora há catorze anos na Alemanha, mas pouquíssimos amigos sabem exatamente onde. Desde que ela criou o Conselho de Ex-Muçulmanos, entidade de apoio a pessoas que abdicaram da fé islâmica, passou a receber ameaças de morte que a obrigam a viver quase reclusa. Renunciar ao Islã é considerado entre muçulmanos uma ofensa grave, punível com pena de morte em países como o Irã, que Mina foi obrigada a deixar depois que os aiatolás tomaram o poder, em 1979. Então uma líder estudantil, ela foi perseguida pela Guarda Revolucionária, teve o marido executado e sua cabeça posta a prêmio. Conseguiu asilo político na Áustria e depois se mudou para a Alemanha, onde hoje chefia os Comitês contra a Execução e o Apedrejamento. Mina Ahadi falou a VEJA em um hotel em Colônia.A senhora foi uma das pessoas que mais lutaram para que Sakineh Ashtiani - acusada de adultério e, mais tarde, de participação na morte do marido - não fosse executada por apedreja-mento. Como se sentiu ao ouvi-la dizer em entrevista à televisão estatal: “Mina Ahadi, afaste-se de mim, não é da sua conta se eu sou uma pecadora”?Sei que Sakineh está sob pressão e foi forçada a dizer isso para se salvar. Isso não me incomoda. Também seu filho foi obrigado a declarar diante das câmeras que acredita na culpa da mãe. Mas eu penso que Ahmadinejad (o ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad) vai precisar de outra vítima para demonstrar a sua força. Sakineh já está salva. Por quê? Graças à repercussão que o caso alcançou, o regime não pode mais executá-la - nem pública nem clandestinamente. O governo já está convencido disso. Apenas busca achar um meio de não sair desmoralizado do episódio. Todo esse processo, no fim, foi bom para o Irã. Chamou a atenção do mundo para a barbárie do regime. Antes do caso Sakineh, a preocupação dos países em relação ao Irã se limitava à questão nuclear.A senhora pode descrever uma execução por apedrejamento?Ela acontece em geral ao amanhecer. A pessoa condenada tem as mãos amarradas nas costas e é envolta em uma mortalha branca. Fica totalmente embrulhada nesse pano, o rosto também. Então, é colocada de pé num buraco fundo e coberta de terra até o peito, no caso das mulheres, e até a cintura, no caso dos homens. Dependendo da condenação, é o juiz quem atira a primeira pedra. Mas pode ser também uma das teste-munhas. Se a vítima é uma mulher sentenciada por adultério, por exemplo, tanto o seu marido quanto a família dele podem lançar as primeiras pedras. A lei diz que elas têm de ser grandes o suficiente para machucar a vítima, mas não para matá-la no primeiro ou segundo golpe.A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, posicionou-se publicamente contra a prática do apedrejamento, que classificou de barbárie. Qual a expectativa que a senhora tem desse novo governo?O que eu espero da presidente Dilma é que ela faça o que seu antecessor não fez: que condene a situação dos direitos humanos no Irã e se recuse a manter relações diplomáticas com um regime assassino como o de Ahmadinejad, a quem Lula chamava de “amigo”.
A entrevista acima foi retirada do site da Revista Veja (deixarei o link no fim do Artigo) do dia 29/01/2011. Apesar de o blog trazer apenas uma pequena parte da entrevista, já é o suficiente para nos mostrar a dimensão dos problemas e acontecimentos do mundo em que vivemos.
Fazer uma análise de tudo o que acontece nesses lugares do mundo é complicado. Por trás de tanta crueldade e injustiça, há a tradição e cultura fortes de um povo. E quem somos nós para julgarmos o que é justo para essas pessoas, ainda que enxerguemos o Islã como uma ferramenta de manipulação política?
O fato é que acima dos valores culturais, estão os valores morais e, principalmente, o valor da vida. A iraniana Mina Ahadi é um exemplo de pessoa que passou por situações dignas de um filme. Foi perseguida, exilada, teve seu marido executado pelos 'justiceiros' de seu país. Foi maltratada pelo regime manipulador de seu país mas, ainda assim, não desistiu. Criou um comitê para muçulmanos que abandonaram a fé islâmica e sofre perseguições ainda hoje por isso. Não abriu mão de mudar o mundo com o que pode fazer.
É uma história a se pensar.
por Renata Gonçalves.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Pierwsza publikacja
Uai,! É oficial, estamos abertos e funcionando.
Este blog foi criado a partir da idéia de querermos aperfeiçoar o nosso conhecimento, nos obrigando a correr atrás de notícias e elaborar textos com o propósito de aperfeiçoar nossa escrita. Porém, é importante ressaltar os seguintes fatos:
- Somos alunos do Ensino Médios, portanto é normal a ocorrência de erros. Pedimos paciência quanto a esse fato.
- Não somos os donos da verdade. Sempre que relatarmos algumas opiniões, lembre-se que elas são apenas isso, opiniões.
- A crítica é importante, porém peço que ao criticar-nos através de comentários ou e-mails, não utilizem palavras ofensivas.
- Não temos a intenção de ofender ninguém com nossas palavras, mas caso alguém ache que alguma coisa que dissemos foi ofensivo, envie-nos um e-mail, e lhe faremos um pedido formal de desculpas.
- Os conteúdos dos artigos por nós escritos, podem estar incompletos. Lembrem-se que os artigos são escritos com o propósito de repassar as informações de uma maneira mais simples, e também a de melhorar a nossa escrita. Caso surja alguma duvida em relação ao assunto discutido envie-nos um e-mail sobre o mesmo.
No mais, nós os desejamos uma boa visita.
By: Pedrelias e-mail: uaivirgula@hotmail.com
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